Vexame também de Jerônimo

Na Bahia, outro petista causou o maior vexame. O presidente da França, Emmanuel Macron, fazia um pronunciamento quando Jerônimo Rodrigues o interrompeu pedindo intérprete porque ele não entendia nada do que o líder francês estava falando. Outro vexame petista.

Olha Arruda aí, gente!

A mais nova pesquisa sobre o quadro de sucessão em Brasília confirmou o que este blog vem antecipando. Ontem, estavam empatados o ex-deputado federal, ex-senador e ex-governador de Brasília, José Roberto Arruda, com a atual vice Celina Leão, que é candidata do governador Ibaneis já há alguns meses.

Começou o tiroteio e Arruda vai responder

Assim que a pesquisa saiu, o governador Ibaneis Rocha, sem nenhuma delicadeza, fez verdadeiras agressões pessoais a Arruda. Vai ter resposta, já que o quartel-general do ex-governador fará denúncias do governador que ficou milionário assumindo o cargo e pagando todos os precatórios e, com os recursos, comprou mansões milionárias no Distrito Federal. O coro vai comer.

Facções criminosas invadem São Paulo

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, tem acionado a sua polícia no combate às facções criminosas que estão atuando no estado. Elas são atuantes em postos de gasolina, ônibus, compra de imóveis e participação em bares e restaurantes. O ex-secretário da Segurança Pública de São Paulo acaba de pedir licença para atuar na CPI do crime organizado em Brasília. Tudo indica que ele terá revelações bombásticas.

Cláudio Castro pede socorro a Trump

O governador do Rio, Cláudio Castro, confirmou ter pedido ajuda para combater os narcotraficantes no Rio de Janeiro. O fato irritou profundamente o presidente Lula, que, a essa altura do campeonato, cortou, inclusive, relações pessoais com o governador do Rio de Janeiro.

Ceará e Bahia lideram a criminalidade no país

Os mais novos dados confirmam que a Bahia é líder e, em segundo lugar, o Ceará. O curioso é que os dois estados são comandados pelo PT, o que está agitando profundamente o Palácio do Planalto.

Deus nos acuda na ex-cidade maravilhosa

O pânico tomou conta dos três poderes no Rio de Janeiro, depois que o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, determinou que a Polícia Federal instaure um inquérito para apurar a atuação de grupos do crime organizado no Rio de Janeiro, ou seja, tráfico de drogas e milícias, e suas conexões com os poderes do estado. O governador Cláudio Castro, que já comemorava o aumento de popularidade, depois do massacre do Alemão-Penha, reagiu mal. Após achar que tinha se livrado do perigo, ou seja, a visita do ministro ao Rio de Janeiro para tomar pé dos detalhes da desastrosa operação; percebeu que caiu no conto do Xandão. O governador, que já anunciara, pasmem, mais dez operações do gênero, para alavancar sua candidatura ao Senado, não escondeu a preocupação. O governador sempre recusou o apoio da Polícia Federal porque sabe que ela tem informações suficientes para revolver as entranhas das policiais cariocas e provocar um verdadeiro tsunami político-institucional.

Deus nos acuda na ex-cidade maravilhosa II

Até as pedras do calçadão de Copacabana sabem que existe uma relação perniciosa e promíscua entre as polícias do Rio de Janeiro e o crime organizado. Boa parte dos milicianos ou é ou já foi policial militar ou bombeiro. Da mesma forma, o tráfico não sobreviveria sem subornar policiais, civis e militares, com o famoso “arrego”. Em algumas regiões da cidade, batalhões inteiros recebem os “dividendos”. E para governar o estado existem duas opções: se aliar ou se omitir, deixando o problema a cargo da cúpula da Segurança. Por isso, raramente os chefões das favelas são presos nessas operações do tipo Alemão-Penha. Por coincidência, o principal alvo da operação, Doca, conseguiu fugir.

Deus nos acuda na ex-cidade maravilhosa III

A influência e o poder do crime organizado, de início restritos às polícias, infectaram todas as instâncias de poder no Estado – Legislativo, Executivo e Judiciário. Quem tiver dúvidas, é só pesquisar sobre o deputado TH Joias, com trânsito fácil no Palácio das Laranjeiras; preso recentemente, acusado de relações para lá de suspeitas com o Comando Vermelho e um traficante de peso. Ou o caso da deputada estadual Lucinha, acusada de ser um braço parlamentar das milícias. Foi absolvida pelos deputados e pela Justiça, apesar das provas robustas. Não há nada de novo nessas informações, os filmes Tropa de Elite I e II (2007) explicam didaticamente como funciona a relação nefasta entre o crime organizado e as instituições no Estado. Um adendo: por precaução, o diretor do filme, José Padilha, resolveu se exilar nos Estados Unidos desde o sucesso retumbante das duas obras.

Daqui a 13 dias, o Tribunal de Justiça da Bahia vai realizar as suas eleições

Concorrem à vaga de presidente três desembargadores, Edmilson Jatahy Fonseca Junior, José Edivaldo Rocha Rotondano, Baltazar Miranda Saraiva, e a desembargadora Ivone Ribeiro Gonçalves Bessa Ramos. Para a Corregedoria-Geral do Foro Extrajudicial concorrem dois desembargadores, Baltazar Miranda Saraiva e Julio Cezar Lemos Travessa, e a desembargadora Pilar Célia Tobio.

Facções do CV e PCC agem no extremo sul da Bahia 

O Extremo Sul da Bahia vive uma das fases mais críticas de sua história recente. Nos últimos meses, a escalada de conflitos agrários transformou a região em um território de medo, insegurança e injustiça. Produtores rurais, muitos com décadas de trabalho e títulos legítimos de propriedade, estão sendo expulsos de suas terras, agredidos e humilhados diante da total inércia do Estado. É um cenário de violência desenfreada na Bahia, onde grupos milicianos e facções do Comando Vermelho e do PCC — em conjunto com falsos indígenas e verdadeiros aproveitadores — usurpam a terra dos produtores, com ações armadas inclusive com fuzil, e o Governo da Bahia, ao invés de promover a reintegração de posse, protege os invasores. Há relatos, amplamente documentados em vídeos e fotografias, de tropas federais agindo em favor de invasores. Na Fazenda Pero Vaz, em Prado, integrantes da Força Nacional aparecem dentro da propriedade privada fazendo a segurança de invasores. O próprio proprietário, vítima de ataques a tiros, foi tratado como criminoso dentro de sua fazenda. Em outro episódio, na Fazenda Rolinha, a Força Nacional expulsou a Polícia Militar da área, mesmo diante de uma decisão judicial de interdito proibitório que garantia a proteção da propriedade. A afronta ao Poder Judiciário é evidente e inaceitável. Em julho, indígenas foram flagrados portando armas de fogo. Esses fatos configuram não apenas omissão, mas negligência institucional e um abuso da autoridade, que desrespeita o próprio Estado Democrático de Direito.

O Estado ausente e a escalada da violência no campo baiano

A violência é agravada por um ambiente de insegurança jurídica, incentivado por discursos ambíguos do governo federal e pela ausência de coordenação do governo da Bahia, que sequer responde às denúncias encaminhadas oficialmente. O cenário é alarmante: produtores rurais sendo expulsos de terras produtivas, decisões judiciais ignoradas e órgãos federais atuando fora dos limites constitucionais. Vale lembrar que a Lei do Marco Temporal está em vigor e que o próprio Supremo Tribunal Federal, no julgamento do Tema 1031 (RE 1.017.365/SC), garantiu a permanência dos proprietários nas áreas litigiosas até indenização prévia e justa. Assim, as chamadas “retomadas” configuram atos ilegais, sem respaldo jurídico. O que ocorre no sul da Bahia não é uma simples disputa fundiária — é uma crise institucional, resultado da omissão deliberada do Estado e da manipulação política de movimentos radicais que agem sob o manto da causa indígena. O campo baiano pede paz, lei e justiça — não silêncio, conivência e abandono.

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