Mesmo faturando centenas de milhões de reais com um convênio com a CVM para fiscalizar parte do mercado, a ANBIMA foi incapaz de coibir verdadeiras atrocidades cometidas por gestoras e administradores de fundos sob sua supervisão. Depois do tsunami no mercado financeiro, o presidente da entidade, que reúne os maiores bancos brasileiros, prometeu finalmente agir. Será?
Autoridade Nacional de Energia Nuclear
Um órgão de extrema relevância para a energia nuclear brasileira tem um orçamento ridículo de R$ 30 milhões. É menos do que recebe um parlamentar federal, em média, de emendas impositivas — R$ 40 milhões. Não tem jeito mesmo.
Belo Monte
A mídia tendenciosa, como sempre, voltou a carga sobre a hidrelétrica. A narrativa agora é que a usina produz muito menos energia do que a sua capacidade instalada. Esquecem que a redução deve-se às imposições ambientais, que transformaram Belo Monte em um aproveitamento a “fio d’água”, portanto, sem reservatório de acumulação. Sem falar na exigência de construção de um canal maior que o do Panamá para alimentar as turbinas. Tudo em nome de Marina Silva e suas ONGs, defensora mor da Amazônia, mas que vive e será candidata em São Paulo.
Escala 6×1
O Congresso vai encaminhar para aprovação a proposta de emenda constitucional de sua autoria. Quer chamar para si os louros eleitorais da iniciativa. As polêmicas serão discutidas no projeto de lei de Lula. A farra eleitoral não para. Os empresários, que são os verdadeiros geradores de emprego, sequer foram ouvidos. O resultado a gente já sabe qual será.
Agronegócio
O governo federal, fazendo jus à sua preferência pelos “movimentos campesinos”, desconsiderando a pujança do agronegócio brasileiro, não deixa os produtores rurais em paz. O setor passa por um “apagão” de financiamentos, em função da inadimplência junto aos bancos, como também em consequência da guerra e do aumento de preços dos insumos. Não há chance de dar certo.
Estrangulamento
Para completar o cenário de filme de terror, o El Niño vem aí, com graves consequências para o setor agrícola brasileiro. Um processo de “estrangulamento” em todas as frentes essenciais para o agro brasileiro.
Ciro Nogueira vai dar jantar em Brasília para 156 dos 224 prefeitos do Piauí
Em fevereiro, ele conseguiu reunir 100 prefeitos do seu estado. Agora, em campanha eleitoral, vai prometer jantar neste evento que traz a Brasília milhares de prefeitos.
Alckmin é vaiado
O vice-presidente Geraldo Alckmin foi o primeiro vaiado na reunião dos prefeitos que estão em Brasília. Paga um preço que não merece, já que é um político equilibrado e educado, mas, ao se juntar ao PT, tem ganhos e perdas. A primeira foi a brutal vaia de milhares de prefeitos de todo o país.
Se Lula insistir, Jorge Messias será rejeitado pelo Senado
O recado já foi dado ao presidente Lula por seus líderes Jaques Wagner, Otto Alencar e Randolfe Rodrigues. Ontem, por sinal, Lula estava feliz. O senador Renan Calheiros, do MDB, atacou brutalmente o presidente da Câmara, Hugo Motta, que é seu companheiro de partido, afirmando que o jovem teria recebido dinheiro do Banco Master. O tiroteio está forte em Brasília e vai piorar.
Lula complicou o jogo: foi denunciado no último final de semana por encontro sigiloso com Vorcaro
Em 2024, Lula recebeu no Palácio o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Em uma reunião sigilosa, Lula aconselhou-o a não vender o Banco Master para o BTG Pactual de André Esteves. Fez duras críticas a Esteves na presença de Galípolo, que assumiria mais tarde a presidência do Banco Central. Lula avisou que não queria uma concentração de bancos e que ele não vendesse, em hipótese alguma, o seu a André Esteves. A denúncia foi feita pelo Poder360 no último domingo. Lula até agora silenciou, mas, no Congresso Nacional, esse fato enfraquece o presidente da República, o atual presidente do Banco Central e complica ainda mais a política brasileira.
STF, PGR, PF e Receita Federal até agora não se pronunciaram
O curioso é que, até agora, o STF, a PGR, a Polícia Federal e a Receita Federal não solicitaram investigações sobre esse encontro, que está repercutindo muito mal no Congresso.
Novo escândalo bancário agita o Brasil desde ontem
A denúncia foi do Estado de S.Paulo em sua primeira página: “a venda do Digimais prefere milhões podres com prejuízos incalculáveis”. O banco é do líder evangélico Edir Macedo e estava em dificuldades. É mais um escândalo bancário que agita o Brasil e provoca repercussão em Brasília e nas hostes evangélicas, afinal de contas, Edir Macedo é um dos maiores líderes evangélicos do país.