A mídia tendenciosa, como sempre, voltou a carga sobre a hidrelétrica. A narrativa agora é que a usina produz muito menos energia do que a sua capacidade instalada. Esquecem que a redução deve-se às imposições ambientais, que transformaram Belo Monte em um aproveitamento a “fio d’água”, portanto, sem reservatório de acumulação. Sem falar na exigência de construção de um canal maior que o do Panamá para alimentar as turbinas. Tudo em nome de Marina Silva e suas ONGs, defensora mor da Amazônia, mas que vive e será candidata em São Paulo.