Agências reguladoras

O governo Lula negocia desenfreadamente as diretorias das agências de regulação. Ele só pensa naquilo: reeleição. As indicações políticas prevalecem em instituições que exigem, mais do que nunca, dirigentes técnicos. Essas entidades são fundamentais na fiscalização da qualidade, tarifas e regramento dos serviços públicos. Dispensa comentários.

Depois do escândalo do Master, todos fogem do Credcesta da Bahia

Quando foi lançado pelo baiano Augusto Lima, chegou a operar em 24 estados e 180 municípios. Nada melhor do que emprestar em folha ao servidor público sem nenhum perigo. O contrato firmado com o PT vai até 2033. Agora, Augusto Lima está procurando sócios e não encontra, depois que ele se envolveu e foi um dos mentores principais do escândalo do Master.

Michelle Bolsonaro é hoje a maior expressão feminina da política nacional

Ao assumir a presidência do PL Mulher, Michelle Bolsonaro é quem escolhe os candidatos em todos os estados. Foi ela que escolheu Ciro Gomes no Ceará e Jorginho Melo em Santa Catarina. Surge como a candidata ao Senado já eleita no primeiro turno em Brasília. O presidente nacional do partido, Valdemar da Costa Neto, tem muito menos prestígio do que ela em nível nacional. Vai visitar todos os estados, já que é a atração principal.

Flora e Gilberto Gil mantêm a família com a Lei Rouanet

A denúncia é da Veja que circula esta semana: o governo Lula autorizou uma produtora a captar R$ 4,6 milhões para a família Gil. Vão fazer shows de MPB do grupo formado por José Gil, Francisco Gil e João Gil, respectivamente filho, neto e bisneto de Gilberto Gil. Convenhamos que Gil, com sua longa carreira, não precisa mais desses netos que só prejudicam a ele e aos seus herdeiros.

Os EUA já avisaram ao Brasil: PCC e CV vão ser rotulados como terroristas

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, foi quem trouxe a informação do Departamento de Estado norte-americano de que os órgãos de segurança daquele país vão colocar como organizações terroristas o PCC e o Comando Vermelho (CV), que aterrorizam o Brasil.

A passagem relâmpago de Oscar Schmidt pela política

Ao voltar da Itália, depois de encerrar a carreira no basquete, Oscar foi convidado a assumir a Secretaria de Esportes no governo de Celso Pitta, em 1997. Oscar não veio ao mundo para perder ou ser mais um. Ele tinha uma autoestima elevadíssima e acreditava que poderia chegar onde quisesse e aceitou ser preparado para a carreira política. Maluf acertou com Pitta e apostou também em Oscar. A especialista em construção de imagem, que foi responsável pela construção da carreira de Celso Pitta à Prefeitura de São Paulo, a jornalista e publicitária baiana Nádya Risocelly, foi convidada para preparar também Oscar Schmidt. Tanto tempo fora do Brasil, Oscar, enquanto aprendia o funcionamento dos Poderes da República, lidava com os bastidores da política como secretário de Esportes. O projeto inicial era ser deputado federal, mas Oscar pensava grande e, malufista, não resistiu ao convite de Paulo Maluf para ser candidato ao Senado pelo PPB, mesmo contra a indicação de Nádya Risocelly, que afirmava que o adversário era imbatível, o petista Eduardo Suplicy. Oscar foi bem votado, mas perdeu a eleição. O ídolo abatido não estava preparado para perder e nem para jogar o jogo político. Na política, não dependia só de sua garra e determinação. Talvez acreditasse que enterraria sua bela carreira no esporte e perderia o lugar que conquistou como atleta e o título de ídolo de todos os brasileiros, independentemente de ideologias políticas.

Palestrante renomado

Oscar Schmidt também se tornou um grande palestrante, um dos mais requisitados do país. Suas palestras motivacionais, falando de superação e liderança, eram disputadas por empresas em todo o país. Por onde passava, era cercado por uma admiração verdadeira, que estava no olhar e no sorriso de quem o encontrava.

Ruptura no limite I

Em discurso histórico na semana passada, o ministro Edson Fachin, atual presidente do Supremo Tribunal Federal, foi na contramão de seus colegas políticos e assegurou a importância do Parlamento brasileiro investigar, por meio das CPIs, todas e quaisquer irregularidades de servidores públicos, inclusive os da Suprema Corte.

Ruptura no limite II

Durante seu discurso, o ministro Fachin citou a expressão histórica “ainda há juízes em Berlim”, que simboliza a confiança na independência do Poder Judiciário, mesmo diante de abusos de poder. A declaração foi um claro posicionamento a favor da independência dos poderes, que foi manchada pelas declarações de três de seus colegas citados no relatório do senador Alessandro Vieira. A posição de Fachin revela que nem tudo está perdido na relação entre os Três Poderes da República.

Senilidade aflorada I

No final de seu terceiro mandato, as gafes do presidente Lula nos cumprimentos aos anfitriões na Espanha revelaram muito mais do que se imagina para os observadores. Com grande experiência neste tipo de recepção, as gafes provam que Lula está cada dia mais senil. Nada diferente do esperado para a idade avançada. Apesar dos exercícios, seu declínio cognitivo é evidente e acelerado.

Senilidade aflorada II

Cada dia mais senil, Lula deixa a clara impressão de que dificilmente terá condições de terminar seu quarto mandato sem entregar para seu vice. Que seja Geraldo Alckmin então, para o bem do Brasil.

Reviravolta em Minas

Lula conseguiu o que muitos achavam extremamente difícil. Mesmo com o debilitado Pacheco, conseguiu assegurar um palanque na estratégica Minas Gerais. Apesar do palanque, a pedra no sapato dos petistas continua sendo o deputado Nikolas Ferreira. Já para a majoritária, o senador Cleitinho, líder disparado nas pesquisas, é quem irá decidir quem será eleito. Se desistir, deverá eleger o governador em exercício Mateus Simões com seu irmão de vice.

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