Após passar uma temporada com Benjamin Steinbruch no comando da combalida CSN, parece que o ainda atual presidente do Banco do Brasil, Paulo Rogério Caffarelli, tem colocado na prática algumas lições que aprendeu com seu antigo chefe. Reclamações frequentes de líderes da base aliada ao Palácio do Planalto apontam que as principais seriam resistir para cumprir o que foi combinado e tratar com desprezo as indicações dos líderes. Pelo jeito, o executivo deve ter um bom lugar assegurado na iniciativa privada.
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