Uma oculista do posto do Detran no Rio de Janeiro atendeu, há dois anos, um dos motoristas que prestava serviços à família de Sérgio Cabral. Durante o atendimento, ele disse que já estava cansado de levar caixas e caixas de dinheiro vivo para a casa do patrão. Um quarto do apartamento no Leblon servia como depósito para a dinheirama.
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