Na liderança há anos do ranking de litigantes elaborado pelo Tribunal Superior do Trabalho e pelos Tribunais Regionais do Trabalho, Itaú, Bradesco, Santander, Caixa e Banco do Brasil, continuam consumindo sozinhos grande parte da estrutura e dos recursos da justiça trabalhista brasileira, sem pagar por isto. Com a reforma trabalhista em curso, está passando da hora da Febraban propor soluções para coibir grande parte das matérias já consagradas que dominam grande parte das ações.
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