Acompanhando a recuperação da economia, o mercado de aviação executiva no Brasil começa a dar sinais de reação, após atravessar um dos piores períodos de sua história. Um dos principais indicadores é que operadores de aeronaves no Brasil passaram, recentemente, a importar mais aviões executivos do que vendê-los de volta aos grandes mercados, como os Estados Unidos. Com isso, a frota brasileira voltou a crescer e a perspectiva é que o Brasil assuma a posição de segunda maior frota de jatos executivos, atualmente do México, em um período de até três anos.
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