Beneficiado com centenas de milhões de reais em comissões em operações pouco republicanas que liderou para emissores brasileiros junto ao FI-FGTS, o banco suíço Credit Suisse tem consultado com frequência grandes escritórios de advocacia por aqui e no exterior, para entender os benefícios de um acordo de leniência. Pelo jeito, o banco aprendeu muito bem o caminho das pedras como seu ex-diretor, Sergio Machado, filho do ex-presidente da Transpetro.
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