Além das operações de pai para filho envolvendo o BNDES e o FI-FGTS, outra operação bilionária, desta vez, envolvendo a família Batista e o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) começa finalmente a despertar o interesse da grande mídia. Conforme já noticiado diversas vezes por este blog, os recursos da operação de aproximadamente R$1,85 bilhões foram utilizados pela família para comprar o Banco Matone, que estava praticamente quebrado. O empréstimo com prazo de 15 anos foi concedido pelo FGC à época a um custo de apenas 100% da taxa DI. Vale ressaltar que nem mesmo as melhores companhias brasileiras, em termos de risco de crédito, já conseguiram empréstimos nessas condições. Com isso, a suspeita cada vez mais evidente é que atuais e ex-executivos do FGC têm obtido vantagens pessoais da família Batista para fechar a transação.
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