A crise no país governado pelo ditador Nicolás Maduro é tão grande que as companhias aéreas internacionais que atuam nas rotas que partem da América do Sul com destino à América do Norte e vice-versa, têm evitado, por questões de segurança, sobrevoar o território venezuelano. As rotas têm sido desviadas para a Colômbia e para a Guiana. Pior para às companhias aéreas, que estão levando mais tempo para cumprir as rotas e, por conseguinte, gastando mais combustível.
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