A Amazônia está cheia de militares norte americanos, franceses, israelenses, belgas e de outros países. Eles querem saber como as Forças Armadas brasileiras atuam na área, que é uma escola importante para as guerrilhas. O mais preocupante nesta história é que tribos indígenas brasileiras estão falando inglês e não português. A razão é simples, os norte americanos são mais generosos do que o governo brasileiro no atendimento às tribos indígenas da região. E pensar que o pulmão do mundo está entregue à própria sorte.
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