Uma comprovação de que o governo federal “patinou de vez” no planejamento geral – e nos detalhes – para tocar a sua campanha nacional de vacinação está sendo revelado aos poucos na mídia nacional. O último episódio divulgado sobre a falta de seringas e agulhas, forçando uma aquisição à força dos fabricantes aqui instalados, – proibindo exportação do material – revela uma ação ditatorial, arrepiando o livre comércio, mesmo tratando-se de uma razão de saúde pública. A logística exigida ao nível de excelência para o combate à pandemia no Brasil deu chabu geral.