Um encantador de juízes III

No início de 2019, a estreante Radar ganhou uma licitação milionária no TJ Bahia, na presidência do desembargador Gesivaldo Brito (também investigado na Operação Faroeste) oferecendo serviços de motoristas para servidores e magistrados, com duração de 12 meses e no valor de R$19,3 milhões, logo depois sendo aumentado para R$19,4 milhões. Esse foi um dos serviços da empresa, dentre tantos obséquios e tratativas nos gabinetes do TJ Bahia. Agora, a ampliação das investigações da Polícia Federal, em que predominam a escandalosa acusação de venda de sentenças, colocam lado a lado, o “quase-cônsul” Adailton Maturino e alguns dos principais juízes da Bahia.

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