Todos os participantes idealizam, no futuro, um projeto de País convergente para derrotar Bolsonaro na eleição de 2022, curando as feridas provocadas pela polarização política. O adjetivo “genocida” esteve sempre presente no evento, consequência da atuação presidencial na pandemia, destacando oportunidades perdidas para salvar vidas. Todos juntos, e acusadores, contra a gestão do capitão-presidente frente à pandemia. E bateram pesado.