Ana Miranda Cunha, quando na capital baiana, costumava treinar de uma maneira sui generis. Ela caia no mar da Barra e ia nadando até Itaparica e fazia o mesmo percurso de volta. Os pais, no interior de São Paulo, sempre apostaram no sucesso dessa baiana que, além de tudo, reafirma a presença vitoriosa de mais uma integrante da comunidade LGBTQIA+. O mundo aplaude que o Brasil está evoluindo.