“É coisa de gente grande. Não é da categoria. Não nos representa. Estão orquestrando um golpe e usam nosso nome”. Líderes dos caminhoneiros, como Chorão e Trovão, acusam empresários de ultra direita de financiarem bloqueios nas estradas, com a conivência e cumplicidade da Polícia Rodoviária Federal, apostando na baderna generalizada para pedir intervenção militar e melar o resultado das urnas. Os tolos estão servindo de bucha de canhão. A pauta dos caminhoneiros é econômica, não ideológica. O maior incentivador desse terrorismo é Jair Bolsonaro, que, inconformado com a derrota, está trancafiado no Alvorada, mas mexendo seus pauzinhos através de seu moleque de recados, o diretor-geral da PRF, Silvinei Vasques, bolsonarista raiz inconsequente.