As lideranças citam como exemplo que na mega paralisação de 2018, os caminhoneiros fecharam somente pontos estratégicos, que somaram 52 no total. Hoje já são mais de 400 interrupções, o que demonstra que é parada política, bagunça, tumulto orquestrado. Não somos a favor de atos contra a democracia, insistem as lideranças. Os agentes da PRF, que ao invés de coibir, se jogam nos braços dos baderneiros, ajudando, inclusive, a cortar cercas e orientando o que devem ou não fazer, se comportam como escória policial a serviço da desordem e de um presidente rejeitado pelos brasileiros.