Em sua passagem por Salvador para o lançamento de seu novo livro “Abolicionismo. Feminismo. Já?”, a professora americana da Universidade da Califórnia e ativista do movimento negro, Angela Davis, chamou a atenção por causa de sua pele não tão escura. Ficou a interrogação se, com tal fenótipo, ela seria aprovada pelas comissões que são formadas para definir aqueles que têm direito às cotas raciais nos concursos públicos. Os chamados “tribunais da cor” têm sido bem puristas em suas decisões na tão miscigenada sociedade brasileira.