Femme fatale

Não se engane. A realidade vai muito além da ficção. Que o diga a laranja da Mansão Wildberger. As traquinagens da moça não têm limites. Não foi só no papel de a melhor amiga de uma ex-primeira-dama que ela se deu bem. Nesse caso específico, ressalte-se, com cem anos de perdão. Quando mais viçosa, antes de precisar recorrer tanto aos artifícios cosméticos, ela fez sucesso também como femme fatale. Quem não resistiu ao canto da sereia foi um bem-sucedido empresário do ramo de transportes. Largou a família e ficou depois com o prejuízo da perda de uma luxuosa cobertura ao nível das águas da Baía de Todos os Santos, onde a laranja da Wildberger recebia no esquenta da Lavagem do Bonfim seus comensais em lautos brunches. Dizem que ela é escorpiana. Está escrito nas estrelas o destino dela, que não está nem aí. Estava a curtir a Lavagem de Madeleine, em Paris, ao som de Carlinhos Brown…

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