Do jeito que a crise da segurança pública avança sem tréguas, os integrantes da indústria hoteleira e do Carnaval da Bahia já temem o pior. A quatro meses da folia, os pacotes de hospedagem e as vendas de camarotes e abadás continuam num ritmo bastante lento, muito aquém do esperado para esta época do ano. Se o desinteresse dos turistas e foliões persistir, por medo da violência, o governador Jerônimo Rodrigues, muito chegado a uma roda de samba, não vai ter muito problema em evoluir sozinho na pista do circuito Barra-Ondina.