O negócio do entretenimento vinha de vento em popa nas últimas gestões da capital baiana para a alegria de gestores e empresários do segmento. Pena que a festa acabou durante a pandemia. E agora, quando começava a recuperação, a crise da segurança pública desacelerou a retomada dos astronômicos lucros da atividade, que também é incentivada pelo governo estadual. Na Roma Negra, pode faltar até o pão, mas o circo é imprescindível. Por isso, maiores esforços governamentais precisam ser empreendidos para que a atual onda de violência não atrapalhe os dividendos das festas, que tilintam também nos bolsos de governantes da esfera municipal e estadual.