É crucial entender que nem o povo da Palestina, nem o povo de Israel devem ser responsabilizados pelas ações de grupos extremistas. Enquanto Israel tem o legítimo direito de se defender e revidar os ataques do Hamas, é inaceitável que essa defesa se traduza em sofrimento para o povo palestino inocente. A retaliação contra extremistas não deve ser confundida com uma licença para violar os direitos humanos de cidadãos comuns.