Um fato recorrente está a acontecer nas avenidas de vale de Salvador. É cada vez maior a quantidade de ebós (despachos) que são colocados nos canteiros centrais destas vias de circulação urbana. O excesso incomoda as pessoas que circulam por estes locais. O mau cheiro que exala dos despachos que apodrecem são cada vez mais frequentes. E aí reside o problema a ser solucionado. Como as autoridades municipais devem lidar com a remoção dos materiais em decomposição e a higienização destes espaços, sem criar polêmicas que possam vir a ser interpretadas como preconceito ou até mesmo perseguição às religiões de matriz africana?