O grau de dificuldade é tamanho que a Associação de Produtores Culturais da Bahia (APC) apelou ao secretário Bruno Monteiro pela prorrogação do prazo dos editais, que expira no próximo dia 25. O “secretário mamãe sacode”, apelido que ganhou por só querer saber de festas, ainda não se manifestou sobre o pedido. Alvo de saraivada de críticas pela sua performance na Secult, que não cessou apesar da inauguração do Museu de Arte Contemporânea (MAC) e do lançamento dos editais da Lei Paulo Gustavo, Monteiro se diz vítima de preconceito. Inicialmente apontou para o fato de ser gaúcho. O mimimi não colou e agora ele acusa ser vítima de críticas preconceituosas por causa de sua orientação sexual.