Olhos bem fechados

Só quem não vê é o governador Jerônimo Rodrigues. A insatisfação é crescente com o secretário estadual de Cultura, Bruno Monteiro. A inauguração do Museu de Arte Contemporânea (MAC) e o talento dele em requebrar no samba de roda, durante o evento de abertura do espaço, em nada arrefeceu a revolta do setor cultural. Artistas e produtores não poupam críticas à incapacidade administrativa do jornalista que virou secretário de cultura para atender aos caprichos da mulher do senador Jaques Wagner, de quem ele era assessor até chegar ao primeiro escalão do governo do Índio, que, pelo jeito, não tem como prioridade agradar o povo baiano. As prioridades são outras. O Índio quer apito ou um pito?

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