A base aliada no Senado está que nem criança olhando vitrine em loja de brinquedos: só observando a Câmara levar três ministérios, a Caixa Econômica Federal com vários cargos de vice-presidente e a Fundação Nacional de Saúde. Há quem diga que está aí o motivo pelo qual o Senado votou, nesta semana, a desoneração da folha de salários e marcou a discussão da PEC que limita os poderes do Supremo Tribunal Federal também. O nome de Igor Roque para Defensoria Pública da União terminou rejeitado em plenário. Os deputados aliados ao governo já fizeram chegar ao Planalto que se no primeiro semestre o inferno era a Câmara, agora a Casa quente é o Senado e a Câmara é apenas o purgatório.