Netanyahu vinha alimentando uma estratégia de divisão entre os palestinos, enfraquecendo a Autoridade Nacional Palestina, enquanto permitia que o Hamas governasse Gaza. Esta tática tinha como objetivo incentivar a moderação do grupo, por meio do financiamento do Qatar e de outras medidas. Contudo, o recente ataque terrorista contra Israel foi um ponto de virada, desafiando pressupostos anteriores e causando comparações com eventos históricos, como o 11 de setembro nos Estados Unidos e a Guerra do Yom Kippur em 1973.