Quem está precisando também de um pito no governo do Índio é o secretário estadual de Cultura, Bruno Monteiro. O jornalista gaúcho que galgou o primeiro escalão por indicação de uma ex-primeira-dama vive a trocar os pés pelas mãos. A todo momento assina seu atestado de incapacidade para a função. Se já não bastassem as inúmeras barbeiragens cometidas em tão curto período de sua gestão, recentemente ele exonerou um servidor, que estava afastado para tratamento de tuberculose. O enfermo ficou sabendo da exoneração por amigos que acompanham o Diário Oficial. Tanta sensibilidade expressa em discursos do secretário faltou no desrespeito ao básico dos direitos trabalhistas e de maneira tão torpe com o objetivo de contratar um apaniguado. Não pensem os petistas de carteirinha que trabalham na Secult estarem livres da tesoura do Bruno. A primeira a receber o “bilhete azul” em sua gestão foi a secretária de cultura do PT, Lila, muito querida no partido.