Cultura do oba-oba

A Bahia está mal servida de secretários de cultura. Seja no estado ou na capital, a prioridade é promover a importada cultura woke e a política identitária. O da Secult de Salvador, o badalado Pedro Tourinho, embora desprovido de melanina, seleciona seu staff pela cor da pele e orientação sexual, seguindo a cartilha dos gringos canadenses, americanos e europeus. Jovem da elite baiana, o ex-produtor de Anitta passou mais tempo na Disneylândia e pouco leu Jorge Amado, se leu. Parece não saber distinguir cultura de entretenimento. É mais do mesmo oba-oba baiano que só estimula “o triunfar das nulidades”. Os verdadeiros talentos só vicejam em outras plagas. Quando ficam por aqui perecem…

Os comentários estão encerrados.

Crie um site ou blog no WordPress.com

Acima ↑