A situação atual de fechamento de mais uma planta industrial na Bahia, reflete não apenas uma crise econômica, mas também uma crise de representatividade política do Governo da Bahia e das representações industriais do estado. Se a diretoria da FIEB já não tinha expressão, agora que sua liderança local foi alçada à Nacional, o cenário é de incertezas. A progressiva desindustrialização da Bahia e do país torna essas entidades cada vez menos relevantes. É preciso encontrar soluções urgentes que assegurem a retomada das operações e preservem os empregos, evitando assim o aprofundamento da crise socioeconômica na região. Nessa hora é que se pergunta: onde estão nossos líderes?