O precedente é de 2019. O prefeito era ACM Neto, padrinho político de Bruno Reis. O então alcaide chegou a anunciar que a prefeitura patrocinaria a festa comemorativa dos 30 anos da conquista do bi-campeonato brasileiro pelo Bahia, com o cantor Ricardo Chaves. A verba divulgada era até módica: R$ 40 mil. Ao tomar conhecimento da iniciativa, a promotora Rita Tourinho não fez vista grossa. Recomendou que não houvesse o uso do recurso público daquela maneira, pois não atendia ao interesse coletivo. Neto recuou. A festa tricolor aconteceu, mas o dinheiro chegou de outra forma. Não foi oficial. O Ministério Público estaria agora passando o pano na situação? Dois pesos e duas medidas?