Do ponto de vista do Comando Vermelho, as reuniões nas quais a advogada amazonense Luciane Barbosa Farias, acusada de integrar a narcomilícia, participou com autoridades do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério dos Direitos Humanos fazem todo o sentido. Afinal, é na Esplanada dos Ministérios que se encontra o estado da arte em soltar apenados, anular condenações, destruir provas judiciais, encerrar processos, excluir testemunhos, eliminar evidências e dar o dito pelo não dito.