Jogo combinado

O Cabeça Branca baiano do Século XXI não dá tiro no pé. O voto do líder do governo no Senado a favor da PEC que limita poderes do STF foi combinado com seu amigo de longas datas, o presidente Lula. Quem acompanha a trajetória de Jaques Wagner sabe do tino do carioca que fez carreira política na Bahia. O “Galego”, como lhe trata na intimidade Lula, é meticuloso em seus movimentos no jogo da política. Cumpriu a missão que lhe foi designada no Palácio do Planalto: dar um “chega pra lá” nos ministros do Supremo, digamos, aparar as asinhas. Se enganou quem pensou que ele ficou sozinho por ter sido o único petista a aprovar a PEC no Senado. Wagner tem costas largas…

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