Barbárie urbana

Bairro tradicional e simbólico da história baiana, nele estão a Praça 2 de Julho e o monumento à Independência da Bahia, o Campo Grande parece seguir a mesma sina trágica da Barra. Virar uma localidade de ocupação flutuante com a expulsão dos moradores que lhe dão identidade. Afinal, quem suporta pagar IPTU de valor astronômico e, num domingo, dia de descanso, além de ter dificuldade de acesso ao lar, sofrer com a poluição sonora de dez trios elétricos e com a sujeira deixada por multidões comprometidas só em “curtir”? Com a palavra, o gestor municipal que, preocupado apenas em garantir votos para as próximas eleições, despreza princípios básicos de urbanidade e civilidade indispensáveis ao bem-estar de uma cidade.

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