A notícia de que a Petrobras pretende abrir uma subsidiária na Arábia Saudita está sendo digerida por quem circula pela Avenida Chile, onde fica a sede da estatal, no centro do Rio de Janeiro, como um “negócio das arábias”. Negócio bom para quem controla a empresa, claro, ainda melhor sem as amarras da Lei das Estatais. Já aos minoritários só resta chorar ao pé do xerife do mercado.