As autoridades brasileiras afirmam, orgulhosas, que o Brasil é receptivo a refugiados. Isso é verdade, mas em termos. Segundo levantamento feito pelo site Vagas.com em parceria com a Agência da ONU para Refugiados, 55% deles estão sem emprego, enquanto 16% trabalham informalmente. Para 44% dos refugiados, a discriminação é o principal fator que afeta o acesso a empregos. Para especialistas, é preciso desenvolver programas que estimulem a contratação dessa gente.