Nem Freud explica

A torcida do Esporte Clube Bahia merece um estudo multidisciplinar que seja capaz de analisar ou tentar compreender certo fenômeno de distúrbio mental que acomete os apaixonados tricolores. Com sucessivos desempenhos medíocres no Campeonato Brasileiro, seja na primeira ou na segunda divisão, a torcida do tricolor baiano já se acostumou com a opção de vibrar efusivamente com a realidade concreta do seu time de coração não galgar o topo do certame e, então, festejar de forma patética o feito de permanecer na elite dos clubes do Brasil, e sempre ocupando as últimas colocações da tabela. Como Freud poderia explicar o fanatismo obsessivo da torcida do Bahia? Seria síndrome de subdesenvolvido? Orgulho de ser traído? Conformismo perante uma eterna condição adversa que faz o indivíduo ou o coletivo achar maravilhoso o fato de ser tratado como trouxa?

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