O ex-presidente Fernando Collor de Mello conseguiu, com seu prestígio no estado de Alagoas, que o Tribunal de Justiça não permitisse que a Globo interrompa o contrato no dia 31 de dezembro, conforme a família Marinho desejava. As organizações Arnon de Mello recorreram à justiça alagoana e, evidente, Fernando Collor pediu quatro anos a mais, afirmando que se a programação sair agora, o grupo quebra. A família Marinho recorreu da decisão afirmando que a sede da Globo é no Rio e é lá que a família Collor terá que recorrer.