Ou o Rio acaba com as milícias, ou as milícias acabam com o Rio II

Foram realizadas buscas e apreensões no gabinete da deputada, na Alerj e endereços nos bairros de Campo Grande, Santa Cruz e Inhoaíba, todos na zona oeste da capital. Segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro, a deputada usava o cargo para atender aos interesses da milícia de Zinho. Segundo a PF, a parlamentar é chamada de “madrinha” pelos criminosos. Uma assessora da deputada, que teve o nome preservado, está sob suspeita de auxiliar os criminosos.

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