Ansiedade e pânico no Palácio das Laranjeiras

O governo do Estado do Rio de Janeiro é um verdadeiro caso de Polícia. Enquanto o ex-governador, Sérgio Cabral, luta para se livrar da tornozeleira eletrônica e centenas de anos em condenações, o atual sabe que a casa pode “cair a qualquer momento”. Ele é, simplesmente, o sétimo governante do estado a cair nas malhas da Justiça. O cardápio é o de sempre: peculato, corrupção e lavagem de dinheiro. Os golpes foram praticados em projetos de assistência social do governo do estado do Rio de Janeiro entre 2017 e 2020. Vinícius Sarciá Rocha, irmão de criação do governador Cláudio Castro e presidente do Conselho de Administração da Agência Estadual de Fomento-Agerio; Astrid de Souza Brasil Nunes, subsecretária de Integração Sociogovernamental e de Projetos Especiais da Secretaria Estadual de Governo; e Allan Borges Nogueira, gestor de Governança Socioambiental da Cedae já foram devidamente visitados pela Polícia Federal. Castro está no mesmo barco. Os sigilos bancário, fiscal e telemático foram quebrados e o resultado dessa busca pode derrubar o governador, que herdou o cargo do afastado Wilson Witzel. Das mensagens. O tal grupo agia em setores assistenciais, realizando fraudes em licitações e contratos, desvio de verbas públicas e pagamentos de propina. Foram identificados pagamentos de vantagens entre 5 e 25% dos valores dos contratos, que totalizam mais de 70 milhões de reais.

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