Uma pilha alcalina AA da Duracell explodiu quando era colocada em uma lanterna por Maria Aparecida Balthazar. No acidente a aposentada teve queimaduras nas mãos, no rosto, no abdômen, e perdeu o olfato, o tato e o paladar. Maria Aparecida luta com as tentativas da Procter & Gamble de desqualificar os laudos técnicos, e com poder e dinheiro, não está nem um pouco preocupada com o quadro de saúde e os gastos da aposentada de 80 anos, que sofre com as sequelas das queimaduras, e idas a médicos. Para se livrar da responsabilidade, a P&G já fez de tudo, questionando o trabalho dos peritos. O processo se arrasta no Fórum Central do Estado de São Paulo há longos nove anos, e a aposentada continua esperando justiça.