O Palácio do Planalto está pensando em modificar toda a estrutura da direção da Abin. Estão sendo descobertos escândalos um atrás do outro. O ex-diretor e espião, dois anos após ter saído da Abin, tinha celular e computador do órgão de espionagem do governo. Os 1500 espionados querem saber os seus nomes e a verdade é que este caso ainda não terminou.