Brazão, Nolasco e outros três conselheiros foram presos em 2017, na Operação Quinto do Ouro, parte da Operação Lava Jato. Os cinco ficaram afastados de suas funções. Em 2021, Brazão, Nolasco, José Gomes Graciosa, Marco Antônio Alencar e Aloysio Neves puderam retornar ao tribunal após decisões do Supremo Tribunal Federal (STF). Mas Brazão, que coleciona processos, não pode voltar ao TCE imediatamente. Pois ainda havia uma liminar de outra ação no Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ). No entanto, em março de 2023, o TJRJ estabeleceu, por dois votos a um, a volta de Brazão. Durante o tempo em que estiveram afastados, todos receberam os seus salários, mas, coitadinhos, não tiraram o período de férias. A conta será salgada. O salário bruto de Nolasco, em dezembro de 2023, foi de R$ 48,3 mil. E o de Brazão, R$ 52,6 mil.