O criador do bom negócio acabou sendo logo engolido pela criatura e substituído por um parceiro das gestões que sucederam ao prefeito João Henrique, quando se implantou a ideia de Nizan. O novo negócio, que este ano rendeu R$50 milhões, é bom para a empresa intermediadora, invencível nas licitações, como também para as produtoras amigas, representantes dos artistas contratados pela prefeitura com os recursos dos patrocínios. Só uma apresentação de Anitta custou R$800 mil. Ruim ficou para os outros negócios do Carnaval que passaram a ter muita dificuldade em obter patrocínio.