Mais imposto, menos Perse

O governo federal está resistente em manter a renúncia fiscal do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse). Embora haja controvérsia, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, estima em mais de R$17 bilhões a perda de arrecadação. Faz falta ao caixa governamental que fechou o ano passado com déficit de mais de R$230 bilhões. Para suspender os benefícios fiscais, alega-se até desvio do propósito do programa, com suspeita de lavagem de dinheiro e outros ilícitos sob investigação da Polícia Federal. O governo jogou o barro com a Medida Provisória 1202/23 para cortar as isenções a partir deste ano. Mas não colou. O Congresso, que aprovou a prorrogação do Perse por cinco anos, reagiu. A bola continua quicando em Brasília, embora a vontade de Lula seja de cortar a onda dos beneficiários do Perse. 

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