Má companhia II

O executivo da PwC está casando a filha no exterior, nos próximos dias. O amigo, que há pouco ainda trabalhava na Odebrecht, mas deixou a empresa para atuar como consultor independente, foi um dos primeiros a ser convidado para a cerimônia matrimonial da “sobrinha postiça”. Se programou todo para a viagem: reservou hospedagem, comprou passagem, traje novo e presente para a noiva. Estava com tudo pronto, quando agora à véspera de embarcar passou o constrangimento de ser “desconvidado”. A descortesia não partiu da vontade do velho companheiro. Foi determinada pelo comando da PwC, que não quer de jeito nenhum seus executivos envolvidos com gente da Odebrecht, mesmo que já não trabalhe mais lá.

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