Nem sempre filho de peixe, peixinho é. O empresário baiano Alexandre da Cunha Guedes, que, se vivo estivesse, estaria completando 100 anos em 2024, não legou o espírito empreendedor aos herdeiros, que parecem seguir a sina de “pai rico, filho nobre e neto pobre”. Banqueiro, fazendeiro e comerciante, Cunha Guedes tinha uma atuação empresarial diversificada. Deixou aos filhos um lauto patrimônio, a exemplo da magnífica mansão da Vitória e o imenso terreno da Graça, onde não souberam ainda dar um destino rentável. Na mansão da Vitória, funciona um cerimonial e um café privê. As lojas da concessionária Toyota enfrentam forte concorrência. Não dá pra dormir de touca. Acorda, pessoal! Encarnem o espírito empreendedor do patriarca!