Em defesa da UFBA

Nem um pio. Nenhum estardalhaço de sindicatos, associações e políticos contra o corte de R$ 13 milhões no orçamento da Universidade Federal da Bahia feito pelo governo do presidente Lula. A tesourada compromete o pagamento de serviços de segurança, limpeza, além das despesas com consumo de água e energia elétrica. Garantido mesmo só os salários dos funcionários concursados, fiéis eleitores do PT. O atual reitor divulgou uma nota muito anódina, só informando o corte e suas consequências, sem nenhuma crítica ao governo federal. A reação, no entanto, era bem diferente quando o contingenciamento era feito na gestão anterior. Não faltavam mobilizações e protestos contra a tentativa de solapar a universidade pública com o intuito de privatizá-la. E agora?

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