Office-boy de luxo

O vice-governador estadual, pré-candidato a alcaide da capital baiana, tenta encaixar um discurso para a contenda política. Algum marqueteiro de segunda soprou no ouvido dele e ele está a repetir todo prosa: “Salvador precisa deixar de ter um gerente para ter um prefeito”. A ancestral molecagem baiana não deixou de graça. “Então se vai trocar o gerente por um office-boy?” A irônica indagação faz todo o sentido. Afinal, quando estava na Câmara Municipal, o vereador Geraldo Júnior muitas vezes se esqueceu de sua atribuição de representante do povo para servir de office-boy de luxo.

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